MAC 1.1 (teoria em gestação)
Ninguém me convence que a fábrica de brinquedos da Leopoldina não é um embuste para a verdadeira maquinação que se está a travar por trás de todos os órgãos de comunicação social portugueses. Bem, todos também não… A maioria, ou melhor, um órgão de comunicação social português. Ok, ok… Não é bem um órgão de comunicação social. Bem, confesso: estou a falar da TVI, essa coisa que habita o nosso o espectro hertziano terrestre. Parece-me inevitável que alguém mais bem colocado do que eu exponha esta questão ao mundo jornalístico actual. Afinal, esses grandes senhores e senhoras que compõe a classe devem ter o prazer de tornar publico o grande embuste que alimenta diariamente o monstro da televisão portuguesa. Estou, como é evidente, a falar da boca da estimada senhora Manuela Moura Guedes. A boca daquela senhora que é casada com o director de informação da TVI, aquela que nos inunda a casa todos os dias. Bem, salvo seja… A minha não. Quando cometo o erro de sintonizar a TVI naquela faixa horária (se bem que sintonizar a TVI já é um erro por si só), tomo precauções. Ah pois é… Quando aparece a dita boca inserida nos limites do meu aparelho televisivo tenho o cuidado de pressionar afincadamente o botão “mute” do meu televisor. Mas pergunta o meu estimado leitor: onde entra a Leopoldina no meio de isto tudo? E eu respondo. Não entra. A fábrica da dita cuja é que entra. Se bem que Leopoldina é um nome que se enquadra bem no tipo de convidados que a senhora da boca grande costuma atrair ao seu estúdio, com certeza, prometendo-lhes uma redução fiscal por serviço público disfarçado de telejornal medíocre e sensacionalista. O que eles nunca chegam a perceber é que o serviço público só acontecerá se estes conseguissem convencer a senhora a voltar para a área dos detergentes onde ela parece estar tão mais à vontade. Bem, voltando ao que é importante, a fábrica da Leopoldina, tenho a certeza de que é naquela instituição que fazem os adereços para o Jornal Nacional. Tem que ser. Só pode ser. Não sei se já repararam nas proporções da senhora Leopoldina, mas para mim isso não pode ser uma coincidência, há algo mais do que isso. Aquilo só pode ser forma de encobrir a tremenda máquina que é responsável por pensar a estratégia colocada no ar todos os dias para fazer o impossível: fazer parecer mais ridículo ainda aquilo que bate todos os recordes no que diz respeito à capacidade de ser ridículo. O que todos pensávamos ser uma fábrica de brinquedos é afinal uma grande linha de montagem de ridicularias. Ouso ir mais além no meu devaneio: aquilo só pode ter como CEO o Sérginho e, nem tentem enganar-me, como conselho de administração, o elenco de Esquadrão G. Como responsáveis criativos apostaria em nomes como João Pedro Pais, Teresa Guilherme, Manuel Luís Goucha, Miguel Ângelo, Tonicha, Cinha Jardim (admito que a minha ideia inicial era colocar aqui o nome de Lili Caneças mas a senhora parece que morreu de asfixia, causada por uns plásticos quaisquer que me recuso a identificar, e não quero correr o risco de a ressuscitar), e, por fim, como coordenador de grupo Cadete. Só ainda não consegui encaixar aqui o José Castelo Branco. Estou certo que terá um cargo à sua altura nesta organização secreta que junta as figuras mais destacadas da sociedade portuguesa, talvez como modelo fotográfico, usado para substituir a senhora da boca grande nos ensaios. Falta-me uma localização. Prometo lutar arduamente para vos trazer ate aqui uma explicação sobre a maquinação que mantém oculto todo este organismo. Aguardem próximos post’s…
7 Comments:
Cadete... lol tá fixe... lol
és um tolo...
esqueceste-te da paula bobone... lol ela deve ter alguma relação com isso tudo... lol =) big kiss... gostei...
n ganhas juizo miudo..... ve la se atinas.....
o q tu queres sei eu. ja agr... bjinho pa ti, ve la apareces no msn com mais regularidade... ja la vai o tempo em q te via por la todos os dias.... *
LOL (e mai nada) :p
n tens vergonha? ela foi demitida... tudo culpa tua!!!
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